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Geólogo da CIENTEC lança livro sobre carvão vegetal


O livro ''Carvão Vegetal do Rio Grande do Sul'', do geólogo do Departamento de Meio Ambiente (Demamb) da Fundação de Ciência e Tecnologia – CIENTEC Geraldo Mario Rohde, foi lançado no último mês pelo Banco de Resíduos da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais. A obra, que apresenta uma reflexão científica sobre a classificação do carvão vegetal produzido no Rio Grande do Sul, é uma importante referência no Brasil, maior produtor do mundo.
Atualmente, o carvão vegetal gaúcho, e também o de outros Estados, está pré-classificado como um produto perigoso, pertencente à classe 4.2 - Combustão Espontânea. No entanto, estudos permitem afirmar que o material não apresenta a possibilidade da combustão espontânea, devendo ser retirado da classificação de produtos perigosos constantes na Resolução no 420 da ANTT. Rohde explica que, de acordo com os dados apresentados, ''cerca de 30% dos custos do transporte do carvão vegetal estão relacionados a medidas de segurança desnecessárias, pois as experiências realizadas comprovam que não há risco de combustão''.

Entenda mais sobre o carvão vegetal
O carvão vegetal é um dos vários tipos de carvão artificial, contrapondo-se ao carvão fóssil, também chamado ''mineral'', que tem origem natural a partir das transformações de vegetais e, minoritariamente, animais. O carvão vegetal é o produto principal da pirólise da madeira, a carbonização da madeira por combustão incompleta. Tanto o processo quanto a atividade de carbonização são denominadas popularmente de ''carvoejamento''.
A carbonização da madeira ocorre pela ação do calor, desprendendo primeiro a água nela contida sob a forma de vapor e, após, os líquidos orgânicos e gases não-condensáveis, ficando como resíduo o carvão vegetal. A transformação da madeira ou lenha começa a cerca de 180°C e se completa a cerca de 400ºC.
A produção por meio de florestas plantadas (do gênero Eucaliptus, de modo geral, e Acacia ou Pinus) vem se ampliando cada vez mais de maneira a atender às restrições ambientais.
O carvão vegetal é utilizado no Brasil como combustível industrial (nas usinas siderúrgicas, metalurgia, indústrias de cimento), comercial (hotéis, saunas, motéis, padarias, pizzarias, restaurantes e churrascarias), doméstico rural e urbano (lareiras, fornos, churrasqueiras, grelhas, etc.) e, inclusive, em usinas termelétricas. Mais de dois terços de sua produção são utilizados pelas indústrias siderúrgica e metalúrgica, principalmente em Minas Gerais e Pará. Nos demais estados do Brasil, o uso principal é o preparo de alimentos (por cocção e em grelha) como o caso de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Tendo em vista o preparo típico do tradicional churrasco gaúcho com este combustível, muitas vezes ele é referido como ''carvão de churrasco''.

Publicação 04.10.2011 às 10:38
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