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Carlos Calmanovici, presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei). Crédito: Divulgação/ANPEI
Carlos Calmanovici, presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei). Crédito: Divulgação/ANPEI

Setor produtivo reconhece necessidade de fomentar inovação no Brasil além do apoio do governo

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) considerou bom o orçamento de R$ 9,5 bilhões.

O setor produtivo, no entanto, não acompanha esta análise. Em entrevista à Agência Gestão CT&I, o presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), Carlos Calmanovici, analisou como insatisfatório o aporte de R$ 542,1 milhões da pasta para fomentar a ciência, tecnologia e inovação (CT&I) no Brasil.

Carlos Calmanovici, presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei). Crédito: Divulgação/ANPEI“Esperava-se uma sinalização no sentido oposto. O Inova Empresa teve uma resposta forte do setor produtivo. Isso demonstra a expectativa das empresas de se engajarem no processo de inovação. Foi uma surpresa e uma tendência contrária ao que esses programas de fomento vêm sinalizando”, argumenta Calmanovici.

Dentro deste total, está incluído um valor de R$ 266 milhões para a subvenção econômica a projetos de desenvolvimento tecnológico. O dinheiro é destinado a empresas que trabalham com inovação e que o investem para desenvolver seus produtos e serviços. Para tanto, o governo financia esses projetos e a indústria não precisa devolver o montante recebido à União – quando muito, apenas 5% do valor. Calmanovici argumenta que o valor é baixo e não estimula o empresariado a desenvolver inovação no País.

“Foram investimentos um pouco tímidos, comparados a outros países. Eles [estrangeiros] investem de forma mais agressiva, instigam a empresa ao risco, a ousar mais. O limite da subvenção é o limite da ousadia”, explica o presidente da Anpei.

O dirigente, contudo, reforça a tese de que os investimentos em inovação não podem se resumir ao governo federal. Cabe também ao setor produtivo encontrar novas formas de financiar projetos inovadores. “Não podemos imaginar que o governo vai suportar sozinho [o fomento à inovação]. Os institutos de pesquisa têm que estar nesse processo. Temos que garantir meios do sistema de inovação se sustentar”, pontua.

Em abril, as empresas do setor vão se reunir em São Paulo para debater justamente como podem atrair novos investimentos para a inovação no Brasil durante a Conferência da Anpei.

Espírito inovador

Dentro do aporte do MCTI, outros R$ 50,3 milhões serão destinados exclusivamente a empresas inovadoras. Mais uma vez, o montante não condiz com a expectativa do setor produtivo. Carlos Calmanovici reconhece o esforço do Planalto, mas vê a iniciativa como pouco animadora. “Claramente é uma iniciativa, mas está incompatível com nossa pretensão de protagonismo internacional”, reitera o presidente da Anpei.

O outro lado

Pelo lado do MCTI, o secretário-executivo Luiz Antonio Elias defende a tese de que as empresas brasileiras não devem depender exclusivamente dos aportes oriundos da pasta, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). “Não é o governo que vai fazer inovação na empresa. É a empresa que vai fazer inovação com a ajuda, parceria e ambiência que o governo possa oferecer”, afirmou ele, em entrevista à Agência Gestão CT&I.

Fonte: VICENTE MELO - http://www.agenciacti.com.br/

Publicação 31.01.2014 às 09:36
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